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Comentário de Dezembro

Observando o último mês, notamos sinais mais positivos de recuperação econômica, com a criação de emprego mostrando cerca de 70 mil postos de trabalho criados, e taxa de desemprego caindo para 11,6% na média móvel trimestral, com fechamento em outubro.

Observando o último mês, notamos sinais mais positivos de recuperação econômica, com a criação de emprego mostrando cerca de 70 mil postos de trabalho criados, e taxa de desemprego caindo para 11,6% na média móvel trimestral, com fechamento em outubro. Ao longo do mês, notamos diversas mudanças de perspectivas sobre o PIB brasileiro deste e ao longo do próximo ano, com a mediana de projeções do Boletim Focus saindo de 0,91% para 2019, há um mês, para 0,99% na última divulgação, em linha com as nossas projeções para o final do ano.

Acreditamos na melhora do consumo das famílias com estímulos políticos como liberação do FGTS e PIS/PASEP, em paralelo com a queda de juros, que acaba tornando a linha de financiamento de crédito mais barata, o que deve colaborar para o aumento do PIB do terceiro trimestre, mesmo com a balança comercial relativamente ruim, com os efeitos da Argentina impactando nas exportações brasileiras. Já em relação ao juros, mantemos nossa projeção de queda para 4,5% na próxima reunião e deverá se manter nesse patamar para os próximos meses, tendo em vista que a inflação está relativamente baixa e longe do cetro da meta atual, e que o próprio presidente do Bacen, Roberto Campos Neto, informou que pretende segurar a taxa de juros em 4,5% até como forma de mensurar os efeitos do canal de transmissão dos juros como forma de transmissão da política monetária.

Já em relação ao Dólar, estamos com a leitura de um câmbio mais alto para os próximos meses, com projeções de R$ 4,30 para o final deste ano e ao longo de 2020, tendo em vista a postura do Ministro da Economia, Paulo Guedes, em declarar que “o mercado deveria se acostumar com um dólar mais alto”, trouxe mais volatilidade para o câmbio e respectivas intervenções do Bacen via Swap cambial, como forma de segurar um pouco a alta recente. Vale pontuar que a postura do ministro tem alguns pontos de interesse como favorecer as exportações e reduzir a dívida pública do governo.

Outro ponto importante é destacar que o mercado depositava muitas expectativas acreditando na melhora do fluxo estrangeiro, com a aprovação da reforma da previdência, entretanto, o fluxo ainda não apareceu e ficou evidente que fatores como juros baixos, crescimento econômico em patamares relativamente baixos, bem como a exposição de empresas brasileiras ao endividamento em dólar, e a própria cessão onerosa que frustrou o mercado com valor arrecadado muito inferior ao inicialmente previsto corroboram para o cenário de dólar mais alto no curto e médio prazo.

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